
Estamos vivenciando nestes dias um dos maiores eventos do planeta terra: a copa do mundo de futebol. E é inegável a popularidade do futebol em todas as partes e em todos os continentes do mundo.
Cristãos, mulçumanos, espíritas, budistas e até mesmo ateus se ‘rendem’ a uma boa partida. Particularmente, como brasileiro, tenho um ‘santo’ orgulho em fazer parte da única nação com cinco títulos mundiais; também me orgulho de olhar nos anais da história futebolística e ver nomes de jogadores como: Pelé, Garrincha, Tostão, Reinaldo, Zico, Ronaldo, etc. todos brasileiros.
Também não posso negar que tenho acompanhado várias partidas desta copa, realizadas pela primeira vez no continente africano; e por falar nisto, é impressionante a alegria e empolgação do povo africano; povo marcado por guerras, preconceitos, discriminações e tragédias.
Nesta copa da África, muitas coisas estão me chamando atenção, dentre elas: o futebol ‘feijão com arroz’ da seleção do Dunga, a arrogância e petulância do argentino Diego Maradona, a jabulani (bola oficial) e suas curvas imprevisíveis, o penteado de vários jogadores, as barulhentas guguzelas, etc.
No entanto, de todas essas coisas, confesso que estou ‘admirado’ mesmo é com as várias supertições, não somente dos torcedores, mas, de atletas, juizes e treinadores; que apegados a amuletos, modismos e esquisitices estão tornando essas coisas um ‘espetáculo’ à parte.
Quem já acompanhou pelo menos uma partida com um “olhar cristão”, poderá ter constatado o tão conhecido sinal da cruz; jogadores e juizes que entram em campo pisando primeiramente com o pé direito; fitas ‘religiosas’ no punho, treinadores com um terço enroscado na mão; torcedores com bonecos de vodu, etc.
Contudo, ontem à noite, após assistir um programa de esportes na Rede Minas; fiquei boquiaberto com as informações que ouvi sobre as superstições do técnico da seleção francesa Raymond Domenech, segundo fontes, ele:
“não se liga em números, mas sim nas estrelas, e não reluta em consultar o horóscopo antes de anunciar uma convocação ou uma escalação. Johan Micoud chegou a atribuir a sua ausência na Copa do Mundo da FIFA à orientação astrológica do técnico. "Talvez eu não esteja na seleção por ser leonino e já haver vários com esse signo no grupo da França", declarou. Parece que o treinador tem receio dos excessos entre leoninos e escorpianos no vestiário, embora negue a crença e diga que "superstições dão azar"”.
Fonte: http://pt.fifa.com/worldfootball/news/newsid=1128348.html
Parafraseando o apostolo Paulo encerro esta reflexão dizendo: “em tudo vos vejo um tanto supersticiosos”. Atos 17:22